sábado, 21 de março de 2009

brevaidade

Toda sorte de Poder
nos convém
a uma covarde magnitude.
[j. guedes].

11 comentários:

Fah disse...

Você sumiu, meu bem...
...senti saudade...

Brandão disse...

Velho, se Nietzsche lesse isso, com certeza você seria "apedrejado".

Luciano Torres disse...

muito sensível! saquei dessa sentença a luz da solidariedade.

manda mais para os pobres mortais!

Mila disse...

menino, você pensa profundo, afeta o âmago!

binhobrill disse...

Pois é, como diz Saramago, "...somos um fiozinho de merda a ponto de se dissolver"

joao p. guedes disse...

Só para deixar mais alumiado: talvez, a covardia não se configure necessariamente no marco inicial ou no começo da referida sorte, mas, nalguma medida, no durar da conservação desse poder.

E quanto ao, digamos, "manual de poder de Nietzsche", o que ele propugna não é verdadeiro nem falso, mas, uma opinião ou, para ser mais elegante, uma apreciação que, no final, acaba-se por ser, numa expressão malsã, uma troca valores por outros; típico de um agente transformador de ideologia.

Ou, possa ser que não...

Leo disse...

Possas!

dOm disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Anônimo disse...

Poder é tudo!!! Tudo é poder!!! Há os potentes e os impotentes. Qual a sua categoria???

Deco disse...

E aew, meu velhinho!
Acho que você generalizou demais a questão da covardia... se ligue que o "poder do bem" fica à parte desse pensamento. Se do bem é ter coragem!
Valeu!

joao p. guedes disse...

Deco,

Concordo com o seu entendimento aventando a associação do "poder do bem" à coragem. Mas, o poder a que fiz alusão foi no sentido de uma finalidade, e não como um pressuposto. Afinal, o poder do bem é um pressuposto para atingir a paz; consagrar o exercício da alteridade; enfim, para levar a efeito o propósito do estado de benditude.

Att.,
João P. Guedes.